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Era de Ouro do Náutico - Temporada 7 - Fim de uma era

Reatividade

Não queria vender ninguém do time titular e não consegui detectar grandes peças para fazer trocas reforçando o elenco, principalmente pelo fato de que tem uma hora nos saves que você bate num teto e fica muito difícil manobrar a situação do elenco. Às vezes é porque você tem um elenco forte demais e o mercado não oferece peças boas o suficientes. Às vezes é porque você não está no patamar financeiro que te permite cometer uma loucura tipo tirar o próximo Mbappé do Real Madrid apenas porque sim. Nesse caso, a situação se apresentou duplamente: eu não tinha o dinheiro e o mercado não tinha os jogadores.

Só que é justamente nessas horas que FM é traiçoeiro contigo. Matheus Belém, de graça, para o Vasco, e Alexsander por 102 milhões para o Botafogo? Tudo bem. Mas aí o Liverpool me chegou com quase 1 bilhão de reais pra levar Mizushima e Daoud. Onde eu acharia reposições à altura?

Print da venda de Daoud, mostrando que foi vendido por 520 milhões, podendo chegar até a 550 milhões Print da venda de Mizushima, mostrando que foi vendido por 405 milhões, podendo chegar a 460 milhões

Em negócios menos importantes, vendi também Wanderson (Cruzeiro, 52,5 milhões) e Luciano Juba (Molde, 11 milhões). Para repor a perda de Mizushima, fui buscar Vitor, do São Paulo, pagando 345 milhões de reais, podendo chegar até 400. Muito, muito caro, mas muito, muito bom.

Atributos de Vitor. Destacando apenas os atributos relevantes para a posição de meia-ofensivo, ele tem 16 de passe, compostura e sem bola, 17 de finta, primeiro toque, técnica, antecipação, decisões e agilidade e 18 de visão de jogo

Tentando reforçar o elenco como um todo, trouxe também Gabriel Veron (aquele) do São Paulo, desembolsando 77,5 milhões, e Wendel do Zenit, pagando 47 milhões.

Para começar

O elenco não estava lá da maneira como eu queria, mas também não tinha necessidade de mudar tanta coisa. Ou assim imaginei, começando janeiro com vitórias diante de Santa Cruz (9x0), Central (7x0), Retrô (10x0) e Belo Jardim (14x0). Reenfrentamos o São Paulo na Supercopa do Brasil e conseguimos vingança. 4x0 com dois de Tyukavin no Mineirão!

Jogadores levantam a taça e comemoram título da Supercopa do Brasil no 4x0 contra o São Paulo

O Vasco colocou uma pulga atrás da minha orelha vencendo a ida da Recopa Sul-americana por 1x0 em São Januário. Voltamos às vitórias diante de Salgueiro e Vera Cruz e, na volta da Recopa, Díaz e Luís Henrique viraram o agregado, nos garantindo mais uma volta olímpica nos Aflitos!

Jogadores levantam a taça e comemoram título da Recopa Sul-americana após vitória por 2x0 no jogo de volta contra o Vasco

Mais tabela para cumprir

5x1 no Sport. Caímos com La Guaira, Sporting Cristal e Unión Española no grupo da Libertadores e passamos com 100% de aproveitamento, marcando 25 gols e sofrendo apenas 1. Na semifinal do Pernambucano, enfiamos 11x0 no Central. A final foi um 6x0 no Sport na Ilha do Retiro com tripletes de Tyukavin e Jair. Não tem como ficar melhor que isso.

Jogadores levantam a taça e comemoram título do Pernambucano diante do Sport depois do 6x0 na Ilha do Retiro

Reencontramos o Vasco pela 3ª fase da Copa do Brasil. Garro empatou depois que Vitor abriu o placar e ficamos apenas no empate na ida, em São Januário. Empatamos contra o RedBull Bragantino na estreia do Brasileirão, batemos La Guaira e Ponte e fomos para a volta contra os vascaínos nos Aflitos. Tyukavin teve um 6,2 bem preocupante, apesar da nossa superioridade (15x5 em finalizações, 58% de posse). O 0x0 nos levou às penalidades e Yacine Adli perdeu a primeira. A sorte é que Rayan também falhou. Todo mundo marcou até Leonardo Realpe ficar com a cobrança final e desperdiçar! Avançamos.

Maio foi perfeito. 100% de aproveitamento e nenhum gol sofrido.

Print do calendário de Maio. 3x0 no Sporting Cristal, 1x0 no Cruzeiro, 2x0 no Ceará, 5x0 no Santos, 2x0 no Palmeiras, 3x0 no Operário e 5x0 no Bahia

Vivendo por isso

O importante era o Mundial e os grupos finalmente saíram. Eu preferia encontrar logo um europeu na fase de grupos, mas isso não se concretizou. Enfrentaríamos Wellington Olympic, da Nova Zelândia, Al-Hilal, da Arábia Saudita, e Al-Ahly, o maior do Egito.

Print mostrando todos os grupos do Mundial de Clubes. O grupo A foi citado no parágrafo acima. Grupo B: JS Kabylie, Manchester City, Talleres e FC Dallas. Grupo C: América do México, Colo Colo, PSG e Lazio. Grupo D: Al-Ahli (Arábia Saudita), River Plate, Benfica e Bayern Munique. Grupo E: Al-Sadd, CS Sfax, Tigres e Chelsea. Grupo F: Al-Duhail, Besiktas, Borussia Dortmund e Palmeiras. Grupo G: Millionarios, Real Madrid, Internazionale e Atlanta United. Grupo H: Léon, Zamalek, Ajax e Barcelona

Nossa produção ofensiva deu uma caída antes do Mundial. Vencemos Corinthians, Bahia (volta das oitavas da Copa do Brasil) e Atlético Mineiro por apenas 1x0 e empatamos em 0x0 contra o Cuiabá em casa.

O que importa é que partimos para os estragos unidos pra ver qualé dessa história de Mundial, finalmente! Estreamos no Rose Bowl contra o Wellington Olympic. O passeio foi tranquilíssimo, um 5x0 com gols de Gabriel Magalhães (2), Douglas Luiz, Díaz e Jair. O problema é que Mantuan se lesionou por 3 meses durante a partida.

Estatísticas do 5x0 contra o Wellington Olympic. 24 a 2 em finalizações, 2,47 contra 0,21 de xG e 63% de posse

Temi ao ver que o Al-Hilal tinha Trubin, Kim Min-Jae, Tielemans, Bernardo Silva e Chiesa no elenco. Pior ainda porque também perdi Bustamante por lesão no dia anterior à partida e ele perderia todo o mundial (3 semanas de recuperação). Na prática, dominamos absolutamente a partida. O 1x0 com gol de Jeferson foi muito pouco.

Estatísticas da vitória contra o Al-Hilal, mostrando 23x2 em finalizações e 3,11 contra 0,12 de xG, apesar de 42% de posse de bola

Encerramos a fase de grupos goleando o Al-Ahly por 5x0 (Jair, dois de Díaz, Tyukavin e Vitor).

Estatísticas da goleada contra o Al-Ahly. 22 a 5 em finalizações, 2,45 contra 0,52 de xG e 62% de posse de bola

Outra vez, as lesões (maldito calendário) nos prejudicaram. Luís Henrique se lesionou durante a partida e Jair perderia o restante do Mundial por lesão (4 semanas) durante os treinos dos dias seguintes. A máquina escolheu lados absurdamente.

Nas oitavas de final, reencontramos o Talleres e eu tenho certeza de que sou uma pessoa absolutamente desquerida por uma parcela significativa dos moradores de Córdoba. Fomos carrascos outra vez, aplicando 4x0 (dois de Jeferson, Douglas Luiz e Evanilson), dominando completamente a partida.

Estatísticas do 4x0 contra o Talleres. 23 a 10 em finalizações, 2,7 contra 0,46 em xG e 55% de posse de bola

Agora seria a hora do vamo ver, finalmente a hora mais esperada do save: enfrentar um europeu. O problema é que estávamos sem o nosso principal zagueiro, lesionado (Jair), e sem nosso lateral-esquerdo titular (Bustamente). No dia anterior à partida, Evanilson também se lesionou. Óima maneira de começar o confronto.

O Bayern já assustava na escalação. Ramsdale no gol (nem tanto), António Silva na zaga, Nypan e Gloukh no meio de campo, apenas wonderkids. Por Nypan começou, aos 33, com passe para a direita. Sacha Boey cruzou e Ibrahima Bamba subiu mais que Kostić, cabeceando no canto esquerdo de Cacá para abrir o placar.

Aos 40, Villagra lançou para a ponta direita. Díaz encontrou Beraldo, que acionou Jeferson dentro da área. Ele girou e bateu firme, empatando o placar e nos trazendo justiça no 1x1!

No segundo tempo, Mudryk (é) fez jogada pela esquerda e cruzou para dentro da área. Gabriel Magalhães fez corte parcial, Bonsu Baah escorou para o meio e Nypan bateu no canto direito, desempatando o jogo.

Fomos para cima com tudo e, aos 25, Vitor cobrou falta da ponta direita para o segundo pau. Tyukavin se deslocou com liberdade e cabeceou para as redes! 2x2!

Talvez o cansaço tenha nos pegado. Talvez seja só porque não somos bons o suficiente. Bamba recebeu de Mudryk e lançou para o ataque. Beraldo e Santos bateram cabeça, deixando a ponta passar para a ponta direita. Lambourde aproveitou para ficar com a sobra, livre, e cruzar rasteiro. Obando apareceu mais livre ainda, fazendo 3x2 para o Bayern.

Gloukh fechou o caixão aos 40, recebendo de Bryan Zaragoza. Nas estatísticas, não fomos nada mal. Tivemos 20 finalizações contra 13 deles. O xG ficou 2,02 contra 2,07 e a posse de bola disputada, 52% para nós. No fim das contas, Ramsdale levou os louros, ganhando o troféu de melhor da partida com nota 8,7, enquanto Kostić foi a nossa decepção, com 6,2, falhando no momento que deixou Bamba abrir o placar. Chato pensar que poderíamos ter ido mais longe do que isso com um pouco mais de sorte e um pouco menos de lesões.

Resultado e estatístiscas da partida contra o Bayern, com os dados abordados no parágrafo acima

Voltando à vida real, hora da feira

No meio do mundial, decidi vender José Marcos para o Olimpique de Marselha, que pagou 85 milhões. Ao fim da competição, o assédio aos meus jogadores estava alto demais. Não consegui segurar, simplesmente queriam sair para ganhar salários melhores ou jogar em clubes europeus. Assim, me despedi de Douglas Luiz (67,5 milhões para o Al-Nassr), Gabriel Magalhães (Al-Hilal, 77,5 milhões), Bustamante (Real Madrid, 285 milhões) e Cacá (Manchester United, 425 milhões).

Também aproveitei para vender Sidnei, que não tinha muito espaço e eu não confiava que evoluiria muito, para o Palmeiras, recebendo 52,5 milhões de reais. Compensando as saídas, tive que me mexer bastante e foi difícil pelos mesmos motivos da janela de janeiro. Sem grandes compromissos com o futuro, busquei Ederson, saindo do City, para substituir Cacá como titular no gol. Lucas Paquetá, também de graça, me pareceu obrigatório. Gastei mais de 360 milhões para tirar Reinier e Jhon Vélez do Cruzeiro, 120 milhões para trazer Antony (aquele) do São Paulo, 230 milhões por Patrick Lanza, que estava no Tottenham e mais 57,5 milhões por Adrián Basioli, jovem argentino do River Plate, para jogar na lateral direita como reserva de Kostić e possível opção de zagueiro também.

O problema do mercado que eu fiz é que Reinier, Vélez e Antony não poderiam mais atuar pelo Brasileirão por já terem feito mais de 8 partidas por seus clubes (sempre esqueço dessa regra e o jogo simplesmente falha em te avisar também). Com isso, eu gastei uma fortuna em jogadores que não podiam mais jogar. Que beleza.

Para melhorar a minha situação, o calendário seguiu nos punindo com jogo atrás de jogo e pouco tempo pra descanso, o que fez as lesões dispararem nos meses seguintes. O cansaço ficou evidente com a derrocada em nossa qualidade. Eliminamos o Inter com um 2x0 em casa e um 2x2 no Beira-Rio, avançando às semifinais da Copa do Brasil. Depois, ficamos no 3x3 com o RB Bragantino e no 0x0 contra o Independiente (oitavas da Libertadores).

As atuações de Ederson passaram a me preocupar (levou 5 gols nas duas primeiras partidas). Depois, foi melhorando. Vencemos a Ponte por 5x1 e o Bahia por 1x0, mas Ederson voltou a farrapar diante do Corinthians. Por sorte, fizemos 6x3 pela ida da semifinal da Copa do Brasil.

Batemos o Cruzeiro por 2x0 nos Aflitos, uma prévia do confronto pelas quartas da Libertadores que viria em 11 dias. Justamente nesses 11 dias, entramos no nosso pior momento da temporada. Perdemos a volta da semifinal da Copa do Brasil por 2x1, o que não fez diferença porque ainda nos classificamos à final. Depois, perdemos para o Flamengo, que estava no meio da tabela.

Levamos o momento ruim para a Libertadores e Santos fez cagada, entregando a bola nos pés do adversário dentro da área. Gabriel deu passe para Gabigol abrir o placar aos 6. Kaio Jorge desarmou Villagra 10 minutos depois. Gabigol arrastou pelo meio e bateu com efeito, no canto direito de Ederson, ampliando o placar. Aos 44 do segundo tempo, Villagra deu passe para dentro da área e Jeferson bateu no ângulo de Ramírez, diminuindo a vantagem e ainda nos dando uma pontinha de esperança.

Conseguimos nos reabilitar batendo o Ceará por 3x1 em casa pelo Brasileirão. Apesar disso, perdi a confiança em Ederson e o tirei da posição de titular, colocando Glauciano Militão em seu lugar. Até começamos bem, com 11 a 0 em finalizações no primeiro tempo. Faltava só um detalhe. Aí, no primeiro minuto da etapa final, Eguinaldo (aquele) cruzou, Kaio Jorge (aquele) escorou de cabeça e Piotrowski bateu no canto esquerdo de Glauciano, abrindo o placar.

Frustrante por saber que eles não são mais time que a gente. Não tem nem comparação. Mas tá aí o resultado de ter ido pro Mundial. Custou muito caro.

Print do calendário de julho e agosto, começando com a derrota para o Bayern e se encerrando com a derrota para o Cruzeiro na volta das quartas da Libertadores

Acaba pelo amor de deus

O calendário seguiu lotado e com jogos complicadíssimos, tudo isso enquanto ainda tínhamos apenas 16 partidas jogadas pelo Brasileirão em pleno mês de setembro. O número de jogos do mês foi absurdo. 9 partidas em 27 dias, média de um jogo a cada 3 dias. Fiquei assustado ao saber que enfrentaríamos Palmeiras (líder) e São Paulo (5º colocado), em sequência, ambos fora de casa.

Seguramos o Palmeiras no Allianz Parque em um 0x0 equilibrado. Wendel e Paquetá trouxeram a vitória diante do tricolor paulista. Fomos a Porto Alegre em seguida, para enfrentar o Inter, encerrando, finalmente, nosso primeiro turno. Vitor fez o gol da vitória. De repente, tudo parecia favorável demais.

Tabela ao final dos nossos 19 jogos. O Palmeiras ainda liderava com 51 pontos, mas já tinha feito 26 partidas. Nós tínhamos 46 pontos com 19 partidas jogadas

Glauciano Militão demonstrou toda a sua capacidade, consolidando as partidas seguintes com 7 jogos sem tomar gols. O período coincidiu com as finais da Copa do Brasil, diante do Flamengo. No jogo de ida, no Maracanã, Díaz cobrou escanteio da esquerda aos 12. Jair subiu no primeiro pau para abrir o placar. O segundo também foi de Jair, de cabeça, mas do segundo pau, aproveitando escanteio de Paquetá, aos 19. Tyukavin fechou o 3x0 cobrando pênalti e levamos uma vantagem absoluta para Recife.

A soberania se repetiu na volta. Díaz fez jogada pela esquerda, esperando a passagem de Patryck Lanza, que invadiu a área e bateu cruzado, no ângulo de Matheus Cunha! Seguimos dominando para ampliar no segundo tempo. Paquetá cobrou escanteio da esquerda e Jair cabeceou cruzado! Era o único título que faltava (com exceção do Mundial né), somos campeões da Copa do Brasil!

Jogadores comemorando o título, levantando a taça no gramado, em cima de um palco com fogos de artifício de confetis

Nesse meio tempo, vencemos Pathético Aranaense (1x0), Inter de novo (3x0), Santos (3x1) e Operário até o fim de setembro.

Adequar o Brasileirão ao calendário da Fifa

Ah, essa promessa pra inglês ver! Tivemos rodada enquanto os jogadores estavam convocados, e deu nisso daí: 16 desfalques dentre convocados, inelegíveis e lesionados, uma baita de uma bagunça.

Lista de desfalques. Os nomes são Ederson, Adrian Basioli, Nemanja Kostic, Santos, Ulisses, Patryck Lanza, Beraldo, Albert Agbadou, Jhon Vélez, Lucas Paquetá, Antony, Vítor, Reinier, Wallace, Luis Ángel Díaz e Kostantin Tyukavin

Por sorte, Mantuan e Luís Henrique deram conta do recado. Também usei Diego e Ulisses, da base. Seguramos o Vasco em São Januário, com Mantuan arrancando o empate aos 47 do segundo tempo. Na partida seguinte, Jair virou o placar aberto por Martegani. Yuri Alberto voltou a empatar, mas Jeferson achou o nosso gol da vitória aos 41 do segundo tempo. O 3x2 contra o Corinthians, em Itaquera, nos levou à tão esperada liderança!

Tela de pós jogo com o resultado da partida contra o Corinthians e a tabela de classificação, mostrando o Náutico líder com 62 pontos e 25 jogos, à frente do Palmeiras, que tinha 60 pontos em 29 partidas

Aí, sei lá, o resto de outubro foi esquisito. Ederson ganhou o prêmio Yashin de melhor goleiro do mundo por algum motivo, mesmo sem jogar mais.

Tela do jogo mostrando o prêmio Yashin. Ederson foi campeão, sofrendo 33 jogos em 45 partidas, 25 jogos sem sofrer gols e média de 7,18. Diogo Costa ficou em segundo e Mike Maignan foi o terceiro. Antes, no save, os vencedores foram, em ordem cronológica, Mike Maignan, Ter Stegen, Donnarumma e Ter Stegen

Seguimos imbatíveis, vencendo Fortaleza (2x1), Vasco outra vez (3x0), Botafogo (3x0), Cuiabá (5x2), Bahia (4x0), Atlético Mineiro (2x1) e Fluminense (3x1), encerrando o mês e essa sequência de 18 jogos em 2 meses.

Novembro já começou com a chance de sermos campeões. Bastava vencer o Fluminense no Maracanã. Jair nos deu o que precisávamos aos 4, completando cobrança de escanteio de Adli para abrir o placar. Foi ele quem ampliou aos 23, depois de escanteio, dessa vez cobrado por Agbadou. Adli fechou a conta batendo pênalti. Fomos ao intervalo com a certeza de que a taça era nossa e os 45 minutos finais foram apenas de confirmação!

Jogadores comemoram título do Brasileirão depois do 3x0 contra o Fluminense, em palco no gramado, com pirotecnia, confetis, o de sempre

Ainda tínhamos 5 jogos para fazer. Vencemos Flamengo (2x1) e Fortaleza (1x0) em sequência. Basioli nos complicou sendo expulso aos 30 no Engenhão, o que fez o Botafogo nos maltratar com um 3x1 só descontado aos 36 do segundo tempo. Vacilamos nos Aflitos contra o São Paulo, sofrendo o empate aos 44 do segundo tempo depois de abrir 3x0, mas encerramos o ano batendo o Pathético Aranaense em Curitiba, por 2x0.

O doce sabor das premiações finais

Jair foi o principal da temporada e do save inteiro. Foram 162 gols no total desses 5 anos no Náutico. Ganhou de maneira justa o prêmio de melhor jogador do Brasileirão, com 15 gols em 33 partidas, 7,49 de classificação média, vice-artilheiro atrás apenas de Thiago Borbas, esse sim é atacante de ofício.

Destaque de Jair vencendo melhor jogador do Brasileirão com as estatísticas mencionadas acima

Kostic também ganhou prêmio, como melhor estrangeiro e revelação do campeonato, apesar de ter dado apenas 3 assistências na temporada (só uma no Brasileirão). Santos e Glauciano Militão ainda compuseram a seleção do campeonato, junto com Kostic e Jair.

Adli foi o nosso grande garçom da temporada, com 24 assistências, seguido por Neres, que se lesionou e ficou fora um tempão, mas ainda gerou 21 gols. Outros desempenhos notáveis no quesito vieram de Díaz (15), Luís Henrique (12), Villagra (12), Jeferson (11) e Agbadou (11).

Tyukavin foi o vice-artilheiro da equipe com 34 gols. Evanilson ainda marcou 25, Jeferson e Díaz anotaram 16, Adli marcou 14 vezes e Luis Henrique fez 10 gols. Jair ter feito 45 gols em 61 partidas é um absurdo.

Jeferson foi o meu jogador da base favorito. Se desenvolveu rapidamente e fez parte do time de maneira confiável. Não deixou nada a desejar diante de concorrências como Matheus Mizushima e Vítor. Vou lembrar com carinho dele e de Jair, a dupla de J que fez história nesse save.

O final

Por falar em história, essa acaba por aqui. Um pentacampeonato do Brasileirão, soberania estadual, aventura no Mundial, um bi da Libertadores e uma Copa do Brasil. Faltou só a Copa do Nordeste, mas aí fica pra outro save.

Por falar em outro save, com o final desta saga, você pode me sugerir outra ideia de save pelo mastodon! Se quiser, também posso te passar o arquivo deste save pra você continuar a história daqui. Até a próxima!